A criação da freguesia – Logo que o primeiro aglomerado de palhoças apareceu, ergueram uma pequena capela de colmado sob a invocação de Santo Antônio e consta que o primeiro sacerdote foi certo padre Paiva.
Abandonada a ermida do Burgalhau, construíram outra ampla e maior, em 1750, na Rua Direita, onde lá permaneceu por muitos anos.
Mais tarde, o primeiro Arcebispo, Dom Joaquim Silvério de Souza, resolveu demoli-la e lançar a pedra fundamental de outra, à altura dos foros religiosos da comunidade.
O segundo Arcebispo, Dom Serafim Gomes Jardim, ao assumir a Arquidiocese em 1934, assumiu a tarefa de edificar a obra até concluir a construção que é hoje a Catedral Metropolitana.
Em 1819, o Tijuco foi elevado a Paróquia, sendo nomeados dois párocos. Um deles não tomou posse e o outro exonerou-se por problemas políticos que se deram no Arraial do Tijuco, em 1821. Em 1874, a 22 de janeiro, a comunidade foi dividida em duas freguesias: a de Santo Antônio e a de São Francisco, desaparecendo, pouco tempo depois, esta última, em virtude da Lei Provincial n° 2.286, de julho de 1876.