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A Comissão para a Educação do Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil realiza nos dias 10 e 11 de junho, na Casa das Irmãs Sacramentinas, em Belo Horizonte (MG), o Curso de Formação para Agentes da Pastoral Universitária.

 

O curso é destinado a agentes da Pastoral Universitária ou pessoas que sejam referências para o início desse trabalho nas (arqui)dioceses do Regional. O objetivo é fomentar o surgimento de grupos de base nas Instituições de Ensino Superior e favorecer o processo de articulação nas dioceses.

 

As inscrições estão abertas até o dia 02 de junho e podem ser feitas no site do Regional Leste 2: www.cnbbleste2.org.br.

São destinadas duas vagas por (arqui)diocese.

 


Curso de Formação para Agentes de Pastoral Universitária
Data: 10 (inicio às 8h) e 11 (término ao meio dia com almoço) de junho de 2017.
Local: Casa das Irmãs Sacramentinas (Rua Madre Beatriz Frambach, 84, Dom Cabral, próximo à PUC Minas no bairro Coração Eucarístico).
Inscrições: As inscrições podem ser feitas até o 02 de junho. Serão destinadas 2(duas) vagas por (arqui)diocese.
Público alvo: Agentes da Pastoral Universitária ou pessoas que sejam referências para o início desse trabalho.


Investimento: O valor total será de R$ 180,00 (Cento e oitenta reais) para hospedagem em quartos duplos ou triplos, com alimentação completa.

→ Chegada de véspera: para as pessoas que precisarem chegar na sexta-feira, dia 09/06, o valor total será de R$200,00 (Duzentos reais). Pedimos gentilmente entrar em contato com a coordenação da Casa pelo telefone (31) 3375-7076, informando horário de chegada.

Formação para Agentes Pastoral Universitária

Período: 10/06/2017 à 11/06/5017

Inscrições: 05/04/2017 à 02/06/2017

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Programação
10 de junho – Sábado
08h – Acolhida (Café da manhã e Mística de abertura das atividades)
08h40 – A missão evangelizadora na eclesiologia de Francisco
10h – A realidade do Ensino Superior no Espírito Santo e em Minas Gerais
11h – Grupos de Trabalho para partilha das vivências no Ensino Superior em distintas realidades do Regional
12h – Almoço
13h30 – Devolutiva dos Grupos de Trabalho
14h – Documento de Estudos 102 – O Seguimento de Jesus Cristo e a Ação Evangelizadora no Âmbito Universitário
15h30 – Lanche
15h45 – Planejamento da Ação – Critérios de Discernimento para a ação no âmbito das Instituições de Ensino Superior, das (Arqui)dioceses e do Regional
18h – Momento de Espiritualidade Universitária
19h – Jantar

11 de junho – Domingo
07h30 – Celebração Eucarística
08h30 – Café da Manhã
09h – Pistas de Ação – O trabalho com as Encíclicas Papais na Pastoral Universitária
10h – Partilhando a Caminhada – Experiências Pastorais no âmbito universitário no Regional
11h – Propostas de Articulação e Prioridades do Regional Leste 2 para a Pastoral Universitária
12h – Almoço/Encerramento

 

 

Outras informações: www.cnbbleste2.org.br

(31) 3224-2434 / (31)3224-0017

 

 

Em Capelinha, dom Darci fala aos ouvintes da Rádio Aranãs



Diferentes temas da atualidade no cenário nacional, da Igreja e da Arquidiocese

de Diamantina foram abordados ao longo da entrevista.

 

 

Em visita à cidade de Capelinha (MG), realizada nesta segunda-feira, 8 de maio, o arcebispo de Diamantina, dom Darci José Niciole, concedeu entrevista ao vivo na Rádio Aranãs FM, durante o programa Conexão, apresentado por Jailson Pereira.


Na ocasião, dom Darci falou sobre a 55ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP), e seu tema central, “Iniciação à vida cristã”. Ainda comentou sobre os desafios da evangelização, além do momento de crise pelo qual o país está passando. O arcebispo falou do posicionamento da Igreja perante as questões sociais, a responsabilidade política dos cristãos e como ela (Igreja) tem se posicionado frente às reformas da previdência e trabalhista.


Capelinha, cidade que atualmente entrega cerca de dez jovens seminaristas ao seminário arquidiocesano, é berço das vocações sacerdotais, portanto, dom Darci comentou sobre o dia de oração pelas vocações e incentivou os jovens a atender e ouvir o chamado de Deus.


Sobre a atuação e presença da Igreja nos meios de comunicação, sobretudo, as novas ferramentas de comunicação para a evangelização, o arcebispo falou da importância de evangelizar através das redes sociais. Apontou, ainda, a necessidade de investir nos meios de comunicação para melhor evangelizar. Também comentou sobre o papel da Igreja em formar comunicadores, agentes da Pascom (Pastoral da Comunicação). Segundo afirmou, os meios de comunicação se tornam um lugar de encontro, portanto, é fundamental investir nos meios para comunicar e evangelizar. Por fim, dom Darci comentou sobre a importância do jovem na Igreja que o coloca como prioridade, “pois é necessário investir no jovem”, afirmou. O Jubileu Arquidiocesano, que terá início no dia 14 de julho, na Catedral, em Diamantina, também foi pautado nesse bate-papo que se encerrou com uma mensagem do arcebispo aos ouvintes da Aranãs FM.

 

Vídeo

 


Ao final da 55ª Assembleia Geral dos Bispos, realizada de 26 de abril a 5 de maio, em Aparecida (SP), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou uma nota a respeito do Momento Atual em que vive o Brasil. Assinada pela presidência, o texto destaca que a situação que vive o país é grave.


Nele, os bispos avaliam que é importante “retomar o caminho da ética como condição indispensável para que o Brasil reconstrua seu tecido social. Só assim a sociedade terá condições de lutar contra seus males mais evidentes: violência contra a pessoa e a vida, contra a família, tráfico de drogas e outros negócios ilícitos, excessos no uso da força policial, corrupção, sonegação fiscal, malversação dos bens públicos, abuso do poder econômico e político, poder discricionário dos meios de comunicação social, crimes ambientais (cf. Documentos da CNBB 50– Ética, Pessoa e Sociedade – n. 130)”.


Ainda segundo a nota, os bispos afirmam que, mais do que realizar as Reformas em questão, é necessária uma Reforma Política. “É sempre mais necessária uma profunda reforma do sistema político brasileiro. Com o exercício desfigurado e desacreditado da política, vem a tentação de ignorar os políticos e os governantes, permitindo-lhes decidir os destinos do Brasil a seu bel prazer. Desconsiderar os partidos e desinteressar-se da política favorece a ascensão de “salvadores da pátria” e o surgimento de regimes autocráticos. Aos políticos não é lícito exercer a política de outra forma que não seja para a construção do bem comum”, destaca o texto.


Por fim, há sempre uma ponta de esperança, fundada na fé cristã e na coragem do povo brasileiro. “O povo brasileiro tem coragem, fé e esperança. Está em suas mãos defender a dignidade e a liberdade, promover uma cultura de paz para todos, lutar pela justiça e pela causa dos oprimidos e fazer do Brasil uma nação respeitada”.

 


Confira a Nota na íntegra:


O GRAVE MOMENTO NACIONAL

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6,33)


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, por ocasião de sua 55ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida-SP, de 26 de abril a 5 de maio de 2017, sente-se no dever de, mais uma vez, apresentar à sociedade brasileira suas reflexões e apreensões diante da delicada conjuntura política, econômica e social pela qual vem passando o Brasil. Não compete à Igreja apresentar soluções técnicas para os graves problemas vividos pelo País, mas oferecer ao povo brasileiro a luz do Evangelho para a edificação de “uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação” (Bento XVI – Caritas in Veritate, 9).


O que está acontecendo com o Brasil? Um País perplexo diante de agentes públicos e privados que ignoram a ética e abrem mão dos princípios morais, base indispensável de uma nação que se queira justa e fraterna. O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção. Urge, portanto, retomar o caminho da ética como condição indispensável para que o Brasil reconstrua seu tecido social. Só assim a sociedade terá condições de lutar contra seus males mais evidentes: violência contra a pessoa e a vida, contra a família, tráfico de drogas e outros negócios ilícitos, excessos no uso da força policial, corrupção, sonegação fiscal, malversação dos bens públicos, abuso do poder econômico e político, poder discricionário dos meios de comunicação social, crimes ambientais (cf. Documentos da CNBB 50– Ética, Pessoa e Sociedade – n. 130)


O Estado democrático de direito, reconquistado com intensa participação popular após o regime de exceção, corre riscos na medida em que crescem o descrédito e o desencanto com a política e com os Poderes da República cuja prática tem demonstrado enorme distanciamento das aspirações de grande parte da população. É preciso construir uma democracia verdadeiramente participativa. Dessa forma se poderá superar o fisiologismo político que leva a barganhas sem escrúpulos, com graves consequências para o bem do povo brasileiro.


É sempre mais necessária uma profunda reforma do sistema político brasileiro. Com o exercício desfigurado e desacreditado da política, vem a tentação de ignorar os políticos e os governantes, permitindo-lhes decidir os destinos do Brasil a seu bel prazer. Desconsiderar os partidos e desinteressar-se da política favorece a ascensão de “salvadores da pátria” e o surgimento de regimes autocráticos. Aos políticos não é lícito exercer a política de outra forma que não seja para a construção do bem comum. Daí, a necessidade de se abandonar a velha prática do “toma lá, dá cá” como moeda de troca para atender a interesses privados em prejuízo dos interesses públicos.


Intimamente unida à política, a economia globalizada tem sido um verdadeiro suplício para a maioria da população brasileira, uma vez que dá primazia ao mercado, em detrimento da pessoa humana e ao capital em detrimento do trabalho, quando deveria ser o contrário. Essa economia mata e revela que a raiz da crise é antropológica, por negar a primazia do ser humano sobre o capital (cf. Evangelii Gaudium, 53-57). Em nome da retomada do desenvolvimento, não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. Recorde-se, com o Papa Francisco, que “o dinheiro é para servir e não para governar” (Evangelii Gaudium 58).

O desenvolvimento social, critério de legitimação de políticas econômicas, requer políticas públicas que atendam à população, especialmente a que se encontra em situação vulnerável. A insuficiência dessas políticas está entre as causas da exclusão e da violência, que atingem milhões de brasileiros. São catalisadores de violência: a impunidade; os crescentes conflitos na cidade e no campo; o desemprego; a desigualdade social; a desconstrução dos direitos de comunidades tradicionais; a falta de reconhecimento e demarcação dos territórios indígenas e quilombolas; a degradação ambiental; a criminalização de movimentos sociais e populares; a situação deplorável do sistema carcerário. É preocupante, também, a falta de perspectivas de futuro para os jovens. Igualmente desafiador é o crime organizado, presente em diversos âmbitos da sociedade.


Nas cidades, atos de violência espalham terror, vitimam as pessoas e causam danos ao patrimônio público e privado. Ocorridos recentemente, o massacre de trabalhadores rurais no município de Colniza, no Mato Grosso, e o ataque ao povo indígena Gamela, em Viana, no Maranhão, são barbáries que vitimaram os mais pobres. Essas ocorrências exigem imediatas providências das autoridades competentes na apuração e punição dos responsáveis.


No esforço de superação do grave momento atual, são necessárias reformas, que se legitimam quando obedecem à lógica do diálogo com toda a sociedade, com vistas ao bem comum. Do Judiciário, a quem compete garantir o direito e a justiça para todos, espera-se atuação independente e autônoma, no estrito cumprimento da lei. Da Mídia espera-se que seja livre, plural e independente, para que se coloque a serviço da verdade.


Não há futuro para uma sociedade na qual se dissolve a verdadeira fraternidade. Por isso, urge a construção de um projeto viável de nação justa, solidária e fraterna. “É necessário procurar uma saída para a sufocante disputa entre a tese neoliberal e a neoestatista (…). A mera atualização de velhas categorias de pensamentos, ou o recurso a sofisticadas técnicas de decisões coletivas, não é suficiente. É necessário buscar caminhos novos inspirados na mensagem de Cristo” (Papa Francisco – Sessão Plenária da Pontifícia Academia das Ciências Sociais – 24 de abril de 2017).

O povo brasileiro tem coragem, fé e esperança. Está em suas mãos defender a dignidade e a liberdade, promover uma cultura de paz para todos, lutar pela justiça e pela causa dos oprimidos e fazer do Brasil uma nação respeitada.


A CNBB está sempre à disposição para colaborar na busca de soluções para o grave momento que vivemos e conclama os católicos e as pessoas de boa vontade a participarem, consciente e ativamente, na construção do Brasil que queremos.


No Ano Nacional Mariano, confiamos o povo brasileiro, com suas angústias, anseios e esperanças, ao coração de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Deus nos abençoe!



Aparecida – SP, 3 de maio de 2017.

 


Cardeal Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

 


Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ

Arcebispo de São Salvador da Bahia

Vice-Presidente da CNBB

 


Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

 

Dom Darci concede entrevista à TV Aparecida

e fala sobre o dia de manifestações pelo país

 


O arcebispo metropolitano de Diamantina, dom Darci José Nicioli, concedeu na manhã desta sexta-feira, 28, entrevista ao vivo no programa “Dons da Igreja”, da TV Aparecida, logo após o encerramento da missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP), que contou com a presença dos bispos participantes da 55ª Assembleia Geral da CNBB.


Em sua fala, dom Darci comenta sobre este dia de manifestações em todo o país (Greve Geral) que traduz na busca de condições melhores de trabalho e repudia toda ação contrária aos direitos conquistados pelos trabalhadores. O arcebispo enfatiza que manifestar é um direito constitucional. Além disso, destaca a importância desse dia para a educação democrática, se solidarizando com aqueles que estão nas ruas protestando de maneira pacífica, e reafirma a necessidade de crescer através de uma consciência política, pois este movimento se torna um ato, segundo suas palavras, pedagógico. “É pedagógico participar de uma manifestação”, acrescenta.


Dom Darci sublinhou o cuidado de se manifestar por um bem comum, para o bem do Brasil. “É importante não estar sob nenhuma bandeira, nem de lobistas, de sindicatos, nem de partidos, mas que todos nós estejamos debaixo da bandeira do Brasil, para o bem comum de todos os brasileiros”, destacou.

 



Divulgada mensagem da CNBB aos trabalhadores do Brasil


O episcopado brasileiro, reunido no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP), em meio a sua 55ª Assembleia Geral, publica mensagem direcionada aos trabalhadores por ocasião do Dia do Trabalhador, 1º de maio.

No texto, os bispos conferem apoio aos cidadãos pela busca e manutenção dos seus direitos trabalhistas. “Encorajamos a organização democrática e mobilizações pacíficas, em defesa da dignidade e dos direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras, com especial atenção aos mais pobres”.

Confira a seguir:

AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL

MENSAGEM DA CNBB

“Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (Jo 5,17)

 



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida – SP, em sua 55ª Assembleia Geral Ordinária, se une aos trabalhadores e às trabalhadoras, da cidade e do campo, por ocasião do dia 1º de maio. Brota do nosso coração de pastores um grito de solidariedade em defesa de seus direitos, particularmente dos 13 milhões de desempregados.

O trabalho é fundamental para a dignidade da pessoa, constitui uma dimensão da existência humana sobre a terra. Pelo trabalho, a pessoa participa da obra da criação, contribui para a construção de uma sociedade justa, tornando-se, assim, semelhante a Deus que trabalha sempre. O trabalhador não é mercadoria, por isso, não pode ser coisificado. Ele é sujeito e tem direito à justa remuneração, que não se mede apenas pelo custo da força de trabalho, mas também pelo direito à qualidade de vida digna.

Ao longo da nossa história, as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras pela conquista de direitos contribuíram para a construção de uma nação com ideais republicanos e democráticos. O dia do trabalhador e da trabalhadora é celebrado, neste ano de 2017, em meio a um ataque sistemático e ostensivo aos direitos conquistados, precarizando as condições de vida, enfraquecendo o Estado e absolutizando o Mercado. Diante disso, dizemos não ao “conceito economicista da sociedade, que procura o lucro egoísta, fora dos parâmetros da justiça social” (Papa Francisco, Audiência Geral, 1º. de maio de 2013).

Nessa lógica perversa do mercado, os Poderes Executivo e Legislativo reduzem o dever do Estado de mediar a relação entre capital e trabalho, e de garantir a proteção social. Exemplos disso são os Projetos de Lei 4302/98 (Lei das Terceirizações) e 6787/16 (Reforma Trabalhista), bem como a Proposta de Emenda à Constituição 287/16 (Reforma da Previdência). É inaceitável que decisões de tamanha incidência na vida das pessoas e que retiram direitos já conquistados, sejam aprovadas no Congresso Nacional, sem um amplo diálogo com a sociedade.

Irmãos e irmãs, trabalhadores e trabalhadoras, diante da precarização, flexibilização das leis do trabalho e demais perdas oriundas das “reformas”, nossa palavra é de esperança e de fé: nenhum trabalhador sem direitos! Juntamente com a Terra e o Teto, o Trabalho é um direito sagrado, pelo qual vale a pena lutar (Cf. Papa Francisco, Discurso aos Movimentos Populares, 9 de julho de 2015).

Encorajamos a organização democrática e mobilizações pacíficas, em defesa da dignidade e dos direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras, com especial atenção aos mais pobres.

Por intercessão de São José Operário, invocamos a benção de Deus para cada trabalhador e trabalhadora e suas famílias.

Aparecida, 27 de abril de 2017.

 

 

Dom Sergio da Rocha

Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB


Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ

Arcebispo São Salvador da Bahia

Vice-Presidente da CNBB


Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

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