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Pe. Lindomar Rocha Mota


Como documento conclusivo do Ano Santo da Misericórdia o Papa Francisco entregou à Igreja a sua Carta Apostólica MISERICORDIA ET MISERA. Com uma reflexão partindo do encontro entre Jesus e a adúltera (Jo 8.1-11) o Santo Padre coloca a pedra angular do discurso misericordioso: pecados todos os temos, mas as vezes nos esquecemos, e não poucas vezes o fazemos porque estamos mais interessados nos pecados alheios.


Jesus vai ao encontro dos vários pecadores. A adúltera e o cobrador de impostos estão no centro dos pecados praticados à luz do dia, por isso mesmo o preferido dos apontadores de pecados. Jesus os encontra porque a misericórdia é o sinal concreto do amor e o perdão é o que de fato muda vidas.


A imagem que o Santo Padre deixa na conclusão do Jubileu pode ser lida na abertura do ponto 5 quando diz “é tempo de olhar para diante e compreender como se pode continuar, com fidelidade, alegria e entusiasmo, a experimentar a riqueza da misericórdia divina” – eu interpretaria: apesar dos nossos muito pecados. Pois uma vida sem possibilidade de reconciliação não vale apena de ser vivida.


A Igreja adquire sua importância para a esperança do mundo principalmente porque sempre oferece a reconciliação, continua lembrando Francisco. As muitas fórmulas sacramentais, nas quais os fieis se apresentam como penitentes são fundamentos perenes da nossa fé, pois, na “na liturgia, não só se evoca repetidamente a misericórdia, mas é realmente recebida e vivida”.


Onde está o teu tesouro está também o seu coração. Onde está o seu olhar, também está o seu coração. Misericordia et Misera nos convida a mudar o foco do olhar do pecado para a misericórdia e, sobretudo, permanecermos firmes na convicção da infinita superioridade da Misericórdia e da Graça.

 

LEIA A CARTA NA INTEGRA