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SANTO ANTÔNIO E DIAMANTINA


Criação da freguesia logo que o primeiro aglomerado de palhoças apareceu, ergueram uma pequena capela de colmado sob a invocação de Santo Antônio e consta que o primeiro sacerdote foi certo padre Paiva; coincidência de nomes entre o nosso primeiro Bispo e o primeiro Cura. Abandonada, a ermida do Burgalhau, construíram uma ampla e maior em 1750, na Rua Direita, onde lá permaneceu por muitos anos.


Dom Joaquim resolveu demoli-la e edificar outra à altura de nossos foros religiosos e que é hoje a nossa Catedral Metropolitana.


Em 1819 foi o Tijuco elevado à Paróquia e nomeado dois vigários, sendo que um não tomou posse e o outro se exonerou por problemas políticos, que se deram no arraial em 1821. Em 1874, a 22 de janeiro, dividiram a cidade em duas freguesias de Santo Antônio e de São Francisco, desaparecendo pouco tempo depois esta última, em virtude da Lei Provincial n° 2286, de julho de 1876.


De 1823 até nossos dias, é esta a relação dos vigários de Diamantina: 1°: Pe. Sebastião José de Almeida, de 1823 a 1843; 2°: Pe. Bernadino de Sena Camargo, de 1843 a 1845. Exerceu também o cargo de Delegado de Polícia; 3°: Pe. Domingos Pinto Nogueira, de 1846 a 1847; 4°: Pe. João de Castro Bacelar, de 1847 a 1865; 5°: Com. Joaquim Alves de Campos, de 1865 a 1888; 6°: Mons. Antônio de Souza Neves, tomou posse em 1889 e faleceu em 1933; 7°: Mons. João Tavares de Souza, de 1935 a 1942; 8°: Côn. Walter Almeida, de 1942 a 1957; 9°: Côn. José de Ávila Garcia, de 1957 a 1961; 10°: Pe. José Duque de Oliveira; 11°: Pe. Jadir; 12°: Mons. Geraldo do Nascimento Lúcio, 13°: Pe. Geraldo das Graças Borges; 14°: Côn. Alessander Geraldo dos Santos; 15°: Côn. Paulo Henrique Soares; 16°: Pe. Darlan Aparecido de Fátima Lima, pároco atual.